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Classificação científica

Nome científico: Pavo cristatus
Nome comum: Pavão
Nome em inglês: Peacock
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: aves
Ordem: Galliformes
Família: Phasianidae

Comprimento: até 2,15 m, incluindo 60 cm de cauda
Período de acasalamento: de janeiro a outubro (no Hemisfério norte)
Tamanho: Até 2,15 m, incluindo 60 cm de cauda
Período de acasalamento: De Janeiro a Outubro (no Hemisfério norte).



Pavão Violeta 

Essa variedade é originária da Europa, mais precisamente da Baviera. A primeira amostra foi encontrada por Lorenz Husterer, um criador alemão. Em visita de um criador, ele encontrou em um grupo de pavões azuis uma amostra única que chamou sua atenção. O criador deu aquele mesmo pavão para Lorenz e, uma vez dentro de sua casa, Lorenz trabalhou na fixação dessa cor fabulosa. Eles são muito parecidos com a variedade roxa que foi isolada nos Estados Unidos, mas com diferenças significativas para um observador atento.

Nos machos violetas, a cor do pescoço e da cauda permanece violeta quando exposta ao sol e quando não o é, o mesmo não ocorre na variedade roxa em que na sombra a cor das penas de seu pescoço é praticamente o igual à cor de um pavão azul, porém, ao sol, eles refletem aquele roxo único. As cores da plumagem remanescente são muito parecidas, sendo importante mencionar que tanto na variedade violeta quanto na variedade roxa, as asas na variedade padrão selvagem (anéis barrados), o padrão listrado é marrom e não preto como no azul pavão. Na cauda de ambos, a plumagem é que no início da mudança era verde com reflexos metálicos, com a exposição ao sol, torna-se marrom, significando que a cauda desses dois pavões que no início da época de reprodução era verde e violeta ou roxo, respectivamente, no final dele havia se tornado marrom e violeta ou roxo. Podemos ainda dizer que na variedade violeta a plumagem marrom é mais macia do que na variedade roxa. Podemos ver algumas imagens de um homem violeta e um homem roxo.

Quanto às fêmeas, são marrons semelhantes às fêmeas Cameo.

As fêmeas violetas não apresentam plumagem com reflexos metálicos no pescoço e nem no topo da cabeça. Veja a imagem.

As fêmeas roxas apresentam reflexos metálicos de verde à sombra e roxa ao sol no pescoço e no topo da cabeça.

( fonte de informação QuintalPavos ) 


A cauda dos pavões machos (utilizada na corte das fêmeas) é um exemplo de seleção sexual, e embora tenha o nome de cauda, esta é na realidade formada pelas penas superiores da sua cobertura. A cauda propriamente dita é castanha e curta como nas fêmeas.

A sua postura é de 4 a 8 ovos que levam 28 dias a chocar. Os ovos são castanhos claros e são postos um por dia, geralmente de tarde. O macho não ajuda no cuidado dos ovos e é polígamo, podendo ter até seis fêmeas.

Alterações genéticas no pavão-azul originaram algumas subespécies conhecidas como pavão-branco (albino), pavão de ombros, pavão-arlequim.




l Ambiente

Locais de clima tropical a quente são os mais indicados para criar pavões. Embora as aves possam ficar soltas na propriedade, o mais indicado é mantê-las em viveiros instalados em terrenos secos e com boa incidência de sol. Disponibilize um espaço com areia, onde os pavões gostam de se deitar e comer os grãos para auxiliar a digestão.


l Estrutura

 O viveiro pode ser construído pelo próprio criador. De material, são necessárias madeira, tela de arame e telhas de barro. Em uma área de 3 metros por 2 metros e altura a partir de 2,5 metros, instale as telas nas laterais e no teto, que deve ter parte coberta pelas telhas, para proteger as aves da chuva e do sol muito forte. Escolha um local protegido de ventos e umidade. Evite que os animais fiquem em contato direto com o chão, usando palha seca ou serragem de madeira como forro, com trocas a cada oito dias.


l Criadeira

 É preciso recorrer a uma criadeira elétrica ou a gás, pois as pavoas não se dedicam ao aquecimento que os filhotes precisam nos primeiros dois meses de vida. O equipamento deve ser instalado em local protegido de sol e chuva e ter temperatura regulada de acordo com o crescimento das penas dos pavõezinhos.


l  Cuidados

 Apesar da rusticidade dos pavões, são recomendados alguns cuidados no manejo, principalmente em relação aos filhotes, que são frágeis e sensíveis à umidade, ao frio e a verminoses. Siga um programa de aplicação de vacinas e vermífugos orientados por um veterinário ou profissional especializado de sua região.


l Alimentação

Para cada fase da vida do pavão, há uma alimentação específica. Após 24 horas do nascimento, os pintinhos devem receber ração inicial por seis meses, quando após  passa-se para a de crescimento; no período de acasalamento, alimente as aves com ração de reprodução/postura. Reforce as refeições dos filhotes com ovos cozidos e folhosas picadas, mas não dê alface, que causa diarreia e enfraquece a ave. Instale um bebedouro automático para ter sempre água limpa e fresca à vontade.


l Reprodução

 Ocorre entre setembro e janeiro com as aves que já atingiram 2,5 anos de vida, idade da maturidade sexual dos pavões. Com duas a três posturas por ano, a pavoa bota, em média, 23 ovos, que eclodem em cerca de 30 dias. Durante o choco, galinhas e peruas podem substituir as pavoas, que não são muito afeitas à prática.

l Aves denominadas adultas na faixa de idade de 2 a 3 anos.


l Notas Importantes

A Loja não é responsável por erros descritivos. As fotos contidas nas páginas e produtos são meramente ilustrativas do produto e podem variar de acordo com o criador e ninhada.
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l Transporte e Entrega de Aves:


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l ATENÇÃO: PARA CONSULTAR AS AVES CONSIDERADAS DOMÉSTICAS, E QUE PORTANTO NÃO REQUEREM AUTORIZAÇÃO DO IBAMA P/CRIAÇÃO, REPRODUÇÃO OU COMERCIALIZAÇÃO, VISUALIZE O  ANEXO I DA PORTARIA 93/1998.